domingo, 3 de julho de 2016

Delícia de Inverno: Chocolate Quente sem glúten, sem açúcar e sem lactose



Esse friozinho de julho tem tudo a ver com comidinhas quentinhas...

E minha primeira receitinha nessa nova fase que está começando no blog é um chocolate quente adaptado para quem, como eu, não pode ingerir açúcar, nem lactose, nem glúten. (Aliás, eu tenho uma alergia leve a chocolate também, mas como esse ingrediente anda longe de fazer parte da minha rotina alimentar, posso inseri-lo eventualmente numa receita e comer pouquinho, que não me fará mal algum.) 

Agora, vamos ao que interessa:

Ingredientes:
  • 250 ml de leite zero lactose
  • 1 colher (sopa) de adoçante culinário para forno e fogão (eu usei o Sucralose Nívea)
  • 1 colher (sopa, rasa) de amido de milho (Maisena)
  • 1 colher (sopa, cheia) de chocolate em pó 100% sem açúcar
  • 1 colher (café) de guaraná em pó (opcional)
Preparo:
  • Misture todos os ingredientes ainda frios e leve ao fogo, mexendo sempre, até levantar fervura e engrossar.
Muito fácil de fazer, uma delícia de beber! Enrolados num edredom, assistindo filme ou lendo um bom livro, estaremos muito bem acompanhados com essa saborosa receita de inverno. E você, como prefere saborear o seu?

Abraço carinhoso a todos!

terça-feira, 21 de junho de 2016

Temor e Obediência


“Sou amigo de todos os que Te temem e obedecem aos Teus preceitos.” (Salmos 119.63)


Ter temor não significa ser obediente. A obediência é uma atitude, o temor é um sentimento. Sentimentos não revelam nosso caráter. Atitudes, sim!

Por isso, é necessário sermos criteriosos nas escolhas das amizades que nos acompanharão na caminhada com Deus. Mal escolhidas, elas podem nos afastar Dele. Contudo, tementes e obedientes a Ele, certamente esses amigos nos auxiliarão, orientarão, ampararão, abençoarão.

Contrariando o princípio da filosofia chinesa conhecido como Yin Yang (em todo bem há um pouco de mal e em todo mal há um pouco de bem), a Bíblia expressa claramente que não há comunhão entre as trevas e a luz (2Coríntios 6.14). Na colheita, os frutos ruins são lançados fora, eternamente distantes dos bons (Mateus 7.19). O velho homem morre para dar lugar ao que é nascido de Deus (Efésios 4.22-24).

Não é que devemos desprezar aquelas pessoas mais fracas ou aquelas que andam distantes do Senhor, mas devemos ter a certeza que árvores ruins não podem dar bons frutos (Mateus 7:17-18). Além disso, “as más companhias corrompem os bons costumes” (1Coríntios 15.33). O que é doce pode até ser misturado com o amargo mas, inevitavelmente, um alterará o sabor do outro. O fruto podre pode até ficar no mesmo cesto que os demais mas, inevitavelmente, transferirá seus fungos e bactérias decompositores para os frutos sadios.

Por isso, com sabedoria, humildade e sinceridade, amemos e busquemos caminharmos com aqueles que temem e obedecem ao Senhor, pois são eles que, verdadeiramente, se parecem com Cristo.



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domingo, 5 de junho de 2016

Há Alguém que Se importa...


"A verdade é que ninguém dá a mão ao homem arruinado, quando este, na sua aflição, grita por socorro." (Jó 30.24)




Essas palavras de Jó são a mais perfeita reprodução de tudo o que podemos concluir quando a nossa alma está aflita. O sofrimento do homem, por mais amado que ele seja, não o isenta de ser julgado da maneira errada, ofendido, humilhado e até desprezado, mesmo quando alguém lhe presta alguma assistência material, se for o caso. E essa reprovação lançada sobre quem sofre através dos olhares das pessoas ao nosso redor, é fator que torna ainda mais dolorido o nosso sofrer.

A boa notícia é que Deus, o Senhor que não pode ser comparado a homens, abre uma exceção e anuncia o amor que faz toda a diferença em nossas vidas: "Haverá mãe que possa esquecer seu bebê que ainda mama e não ter compaixão do filho que gerou? Embora ela possa esquecê-lo, Eu não me esquecerei de você. Veja, Eu gravei você nas palmas das Minhas mãos.[...]" (Isaías 49:15-16).

Essas palavras de amor do Senhor derretem o coração de quem sofre e sente-se sozinho. Quando paramos para meditar na imensidão desse amor que Ele tem por nós, todo o resto se torna resto, e a frieza que comumente toma conta de nossas almas em meio à dor, é aquecida, é vencida, dando lugar ao amor que transborda em nossas almas e produz em nós uma incrível capacidade de amar e abençoar também.

Contrariando a afirmativa de Jó, O Senhor Deus de toda glória Se revela soberano acima das nossas aflições e nos abraça, incomodado com nosso desespero e pronto para nos ajudar, da maneira correta, a vencermos nossas batalhas. Não que Jó estivesse errado, pois, dos homens, de fato, não podemos esperar todo o bem, compreensão e amor que precisamos quando nossas dores nos tomam. Mas é que Deus - até Ele - comumente é esquecido por nós, quando nossos sentidos são arrebatados pelas aflições e vazio e solidão são tudo o que resta.

Contudo, não podemos nos esquecer. A imensidão do céu está aí para nos lembrar. A imponência do Sol está aí para nos lembrar. A beleza das águas está aí para nos lembrar. O fôlego de vida em nossos corpos cansados por mais uma manhã também está aí para nos lembrar que o Deus que foi capaz de criar todas essas coisas Se importa connosco, nos compreende e está ao nosso redor, disposto a nos fortalecer, encaminhar e abençoar.

A verdade é que, ainda que ninguém se importe, Deus dá a Sua poderosa mão ao homem arruinado, quando este, na sua aflição, Lhe clama por socorro.




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