domingo, 1 de outubro de 2006

Aprendendo com as vaquinhas...



A Paz do Senhor Jesus!

É curioso observar como a natureza nos ensina sobre a vida de temor, obediência e adoração a Deus!

Muitas são as parábolas que conhecemos sobre os hábitos de certos animais e o comportamento da natureza, em geral, que louvam a Deus e nos dão verdadeiras lições de convivência em harmonia com o Criador.

Hoje quero te convidar a observar e aprender comigo mais sobre nossas atitudes de adoração, mediante a passagem do capítulo 6 do Primeiro Livro de Samuel, que diz:

Agora, pois, tomai e fazei-vos um carro novo, e tomai duas vacas com crias, sobre as quais não tenha subido o jugo, e atai as vacas ao carro, e tirai delas os seus bezerros e levai-os para casa.

Então tomai a arca do Senhor, e ponde-a sobre o carro, e colocai, num cofre, ao seu lado, as figuras de ouro que lhe haveis de oferecer em expiação da culpa, e assim a enviareis, para que se vá.

Vede então: Se ela subir pelo caminho do seu termo a Bete-Semes, foi ele quem nos fez este grande mal; e, se não, saberemos que não nos tocou a sua mão, e que isto nos sucedeu por acaso.

E assim fizeram aqueles homens, e tomaram duas vacas que criavam, e as ataram ao carro; e os seus bezerros encerraram em casa.

E puseram a arca do Senhor sobre o carro, como também o cofre com os ratos de ouro e com as imagens das suas hemorróidas.

Então as vacas se encaminharam diretamente pelo caminho de Bete-Semes, e seguiam um mesmo caminho, andando e berrando, sem se desviarem, nem para a direita nem para a esquerda; e os príncipes dos filisteus foram atrás delas, até ao termo de Bete-Semes.

E andavam os de Bete-Semes fazendo a sega do trigo no vale, e, levantando os seus olhos, viram a arca, e, vendo-a, se alegraram.

E o carro veio ao campo de Josué, o bete-semita, e parou ali onde havia uma grande pedra. E fenderam a madeira do carro, e ofereceram as vacas ao Senhor em holocausto.
” (1Samuel 6.7-14)

O trecho acima relata parte da história da devolução da Arca de Deus que os filisteus haviam tomado para si. A arca de Deus representava a glória de Deus no meio do Seu povo (Êxodo 25.10-22). Os filisteus lutaram contra os israelitas e os venceram. Daí, tomaram a arca dos hebreus e a colocaram na casa de Dagom, junto à imagem desse deus a quem adoravam.

Levantando-se, porém, de madrugada no dia seguinte, os de Asdode, eis que Dagom estava caído como rosto em terra, diante da Arca do Senhor; e tomaram a Dagom e tornaram a pô-lo no seu lugar. E, levantando-se de madrugada, no dia seguinte, pela manhã, eis que Dagom jazia caído com o rosto em terra diante da arca do Senhor; e a cabeça de Dagom e ambas as palmas das suas mãos estavam cortadas sobre o limiar; somente o tronco ficou a Dagom. (...) Porém, a mão do Senhor Se agravou sobre os de Asdode, e os assolou; e os feriu com hemorróidas, em Asdode e nos seus termos. Vendo então os homens de Asdode que assim foi, disseram: Não fique conosco a arca do Deus de Israel; pois a Sua mão é dura sobre nós, e sobre Dagom, nosso deus.” (1Samuel 5.3,4,5-7)

E, depois de sete meses na terra dos filisteus, a arca foi devolvida aos israelitas, seguindo a orientação dos sacerdotes e dos profetas. (1Samuel 6.1-2)

Quando a arca de Deus havia sido roubada de Israel, a nora de Eli – mulher de Finéias, estava grávida. Ao receber tal notícia, e juntamente sendo comunicada sobre a morte de Eli e de seu esposo, “encurvou-se e deu à luz; porquanto as dores lhe sobrevieram. E, ao tempo em que ia morrendo, disseram as mulheres que estavam com ela: Não temas, pois desde à luz um filho. Ela porem não respondeu, nem fez caso disso. E chamou ao menino Icabode, dizendo: De Israel se foi a glória! Porque a arca de Deus foi tomada, e, por causa de seu sogro e de seu marido. E disse: De Israel a glória é levada presa; pois é tomada a arca de Deus.” (1Samuel 4.19-22)

Queremos abrir um parêntese aqui para observar o estado miserável em que se encontra alguém que não possui a glória de Deus em sua vida.

Paulo, em Romanos 8.1 nos diz que “agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito”. Livres! Libertos da condenação do inferno a que estávamos sujeitos por causa do pecado original. Absolvidos e regenerados em Cristo, para andarmos em comunhão com Deus, porque Ele nos permitiu que Sua glória retornasse para nossas vidas. Aleluia!

As vaquinhas que levavam a arca de volta a Israel, retratam bem o comportamento de alguém que recebe a glória de Deus em sua vida e se torna um verdadeiro adorador. Vejamos...

Nos versos 7 e 10 do capítulo 6 de 1Samuel, a Bíblia nos diz que as duas vaquinhas “criavam”, isto é, tinham tido bezerros. Para cumprir a missão de levar a Arca de Deus até o povo hebreu, que se encontrava sem a glória de Deus, as vaquinhas renunciaram seus instintos naturais e obedeceram os seus senhores.

Aprendemos aqui que os filhos de Deus foram chamados para anunciar a glória de Deus ao mundo, levá-la e compartilhá-la com os necessitados e aflitos e, por isso, não devem colocar empecilhos para executar essa nobre tarefa. O primeiro grande obstáculo que lhes quebranta é o necessário desligamento das coisas materiais e das pessoas com quem convivemos. Jesus falou acerca disso:

Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam; Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam. Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração. (...) Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom.” (Mateus 6.19-21,24)

Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim não é digno de mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a mim não é digno de mim. E quem não toma a sua cruz, e não segue após mim, não é digno de mim.” (Mateus 10,37-38)

As vaquinhas renunciaram suas crias – que, naquele momento, era o que de mais importante tinham para fazer, aparentemente. Elas suportavam, inclusive, a dor física que lhes era causada por causa do excesso de leite nas tetas, devido ao período de amamentação de seus bezerros. Nem isso, porém, fez com que elas parassem ou se recusassem a cumprir sua missão. Por amor ao Criador – de Quem todos os seres da criação tiveram a origem – elas foram levar a glória de Deus para o lugar devido.

Quando pudermos recitar Gálatas 2.20 com convicção: “Já estou crucificado com Cristo, e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim”, então, verdadeiramente já tomamos consciência que toda renúncia (seja qual intensidade for) é pouca em relação à glória que Deus quer revelar a cada um dos Seus filhos.

Outra observação importante, é que, o verso 11 narra que elas também não se prostraram com o peso da carga que tinham sobre seus lombos, embora estivessem fracas por estarem amamentando e não terem ido se recompor no pasto antes de levar a Arca.

Existe, atualmente, um verdadeiro exército de cristãos cansados, exaustos pelo peso das cargas que lhes são impostas sobre os ombros, e que estão parados à beira do caminho, aparentemente sem condições para se levantar e continuar a jornada. Muitas vezes, são afrontas do inimigo; outras, perseguições; outras, provas; outras, tentações; outras, medos... O que se percebe claramente é que os problemas da vida os têm sucumbido e, em outros tantos caos, simplesmente os fizeram desiludir ao longo da caminhada cristã face aos erros cometidos pelos cristãos dentro das congregações.

O Evangelho triunfalista anunciado hoje por muitas igrejas que seguem a doutrina da prosperidade enfatiza Mateus 11.28, que diz: “Vinde a Mim, todos que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei.” Contudo, oculta-se o verso 29, que sustenta: “Tomai sobre vós o Meu julgo, e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração. E encontrareis descanso para as vossas almas.

Lutas existem. Provações são constantes na vida de todos quantos se achegam a Deus e procuram viver uma vida em comunhão e intimidade com Ele. E a condição para herdarmos o Reino de Deus é “padecermos com Cristo” para “sermos glorificados com Ele”. (Romanos 6.5,8)

Ora, ninguém está livre do fardo. Ele existe, tanto na vida sem Deus como na vida com Cristo. Contudo, a diferença é expressa pelo verso 30: “Porque o Meu jugo é suave, e o Meu fardo é leve.

Cristo renunciou tudo por amor a nós e padeceu o peso dos pecados do mundo sobre Si para haver uma redenção aos que O recebessem como Senhor e Salvador. Hoje Ele nos ensina a valorizar Seu sofrimento e nos ajuda a renunciar todo mal que possa nos afastar dEle.

Por isso, não renunciemos a cruz que ainda temos que levar, por mais pesada e cansativa que seja.

A diferença entre o jugo do mundo e o jugo de Cristo é que a cruz que Cristo nos entrega a cada dia está livre do peso incalculável do pecado (esta já foi levada por Ele mesmo).

O Evangelho não é fácil. Exige renúncia. Exige mudança de valores e conceitos. Exige transformação de atitudes. O verdadeiro Evangelho de Cristo nos instrui a sermos guiados pelo Espírito de Deus para sermos considerados filhos de Deus (Romanos 8.14). E tendo o Senhor nos chamado para sermos luz e nos incumbido da missão de proclamar o evangelho entre as nações e fazermos discípulos, temos a maior responsabilidade de sermos modelos, influências para nossa geração.

O verso 12 do mesmo capítulo de 1Samuel nos conta que “as vacas se encaminharam diretamente pelo caminho”. Elas não saíram do caminho, nem mudaram suas concepções no caminho em que deveriam seguir.

Da mesma forma, nada neste mundo pode tirar a nossa atenção do Senhor. Há um risco muito grande para aqueles que se envolvem com coisas desse mundo e não se dedicam a uma vida em santificação e paz com Deus. Mas a Palavra de Deus nos adverte:


"Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre." (1João 2.15-17)

"Nenhum soldado em serviço se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra. E se alguém também milita, não será coroado se não militar legitimamente." (2Timóteo 2.4-5)

"Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor, tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem; e ninguém seja devasso, ou profano como Esaú, que por uma simples refeição vendeu o seu direito de primogenitura. Porque bem sabeis que, querendo ele ainda depois herdar a bênção, foi rejeitado; porque não achou lugar de arrependimento, ainda que o buscou diligentemente com lágrimas." (Hebreus 12.14-17)


Devemos ser fortes e prosseguir nesta jornada, por mais que as adversidades queiram impedir nosso caminhar!


Nosso olhos devem estar fixos no nosso Alvo, sem vacilar, seguindo sempre avante nesta caminhada para o Céu, de mãos dadas com o Espírito Santo, até que Cristo, enfim, nos receba às portas do Reino.


"Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou e não torneis a meter-vos debaixo do jugo da escravidão." (Gálatas 5.1)

"Cada um fique diante de Deus no estado em que foi chamado." (1Coríntios 7.24)

"Este é o caminho, andai nele; quando vos desviardes para a direita ou para a esquerda." (Isaías 30.21b)

Lemos, ainda, no mesmo verso 12, que as vaquinhas “seguiam um mesmo caminho”, isto é, andavam juntas, sem divisões, sem contenda.

Isso expressa claramente como deve ser a atitude individual de cada irmão em Cristo, bem como o comportamento geral da igreja como um corpo a serviço da expansão do Evangelho na terra. Tudo se resume em uma palavra somente: UNIÃO.

A divisão no corpo de Cristo promove a desordem dos trabalhos, a contrariedade nos corações e, conseqüentemente, o mau desempenho da obra e a ira de Deus, “porque Deus não é Deus de confusão, senão de paz, como em todas as igrejas dos santos” (1Coríntios 14.33). Jesus também falou sobre isso:

Todo o reino dividido contra si mesmo é devastado; e toda a cidade, ou casa, dividida entre si mesma não subsistirá.” (Mateus 12.25)

Na primeira carta de Paulo aos coríntios, o apóstolo de Cristo adverte e doutrina severamente a igreja que causava dissensão:

Porque, dizendo um: Eu sou de Paulo; e outro: Eu de Apolo; porventura não sois carnais? Pois, quem é Paulo, e quem é Apolo, senão ministros pelos quais crestes, e conforme o que o Senhor deu a cada um? Eu plantei, Apolo regou; mas Deus deu o crescimento. Por isso, nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento.” (1Coríntios 3.4-6)

A pluralidade de idéias dentro das congregações tem gerado divisões... e o evangelho tem se tornado vários, segundo as concepções pessoais de cada membro. Contudo, a Palavra de Deus é explícita:

Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema. Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema.” (Gálatas 1.8-9)

E o que o evangelho de Cristo nos ensina é que a Palavra deve ser praticada da forma como Cristo no-La ensinou, sem alterações, primeiramente para a glória de Deus (1Coríntios 10.31) e depois para a edificação da igreja (1Pedro 2.5). Por isso, “faça-se tudo decentemente e com ordem.” (1Coríntios 14.40)

Aprendemos, no mesmo verso 12 do capítulo 6 do livro de Samuel, que, levando a glória de Deus para os hebreus (isto é, a Arca), as vaquinhas seguiam “andando e berrando”. E entendemos que havia uma certa felicidade, isto é, não murmuração, mas adoração no ser daquelas que estavam sendo úteis para Deus naquele momento.

A alegria é uma expressão natural de todos que amam e vivem para Deus, da mesma forma que a tristeza de Deus pode ser sentida pelos Seus filhos por causa da sensibilidade ao Espírito Santo que neles está.

Quando Jesus Cristo morria crucificado – a Bíblia conta – “houve trevas sobre toda a terra”, “tremeu a terra, e fenderam-se as pedras” (Mateus 27.45,51), porque a natureza, mesmo sendo composta de seres irracionais e não tendo o Espírito Santo como Consolador, expressava mais sentimentos por seu Criador do que o homem que, na verdade, é a única criação de Deus formada à Sua imagem e semelhança. (Gênesis 1.26)

Quando a Arca da Aliança chegou a Bete-Semes, os segadores de trigo levantaram os olhos e se alegraram ao ver que a arca era chegada (1Samuel 6.13). Os trabalhadores viram as vacas com a glória de Deus e se felicitaram por isso, pois entendiam que era chegado um novo tempo para eles. As vaquinhas traziam consigo a alegria do Senhor e a glória de Deus.

Que grande glória para os filhos de Deus é serem úteis para Seu Pai!

Sabemos que Deus, em Sua infinita grandeza, perfeição e santidade não necessita dos homens para nada. Contudo, Ele preferiu contar conosco para que tudo de bom seja entregue ao mundo: a salvação eterna em Cristo Jesus.

Segundo Jesus (em Mateus 5.19), os “grandes no reino dos céus” são exatamente as pessoas caridosas, que sabem compartilhar da graça que receberam. Elas não se contentaram apenas em cumprir as Escrituras e guardá-las para si, mas tiveram a bondosa atitude de ensinar com alegria a outros que precisavam conhecê-Las.

Foi assim com o próprio Jesus, que renunciou toda Sua vida de glórias para nos ensinar o Caminho que conduz a Deus. Foi assim com os discípulos, que abriram mão de sua liberdade no mundo e sua vida em família para anunciar o Evangelho da salvação em Cristo, porque entenderam e respeitaram a ordenança do Senhor que nos exorta: “De graça recebeste, de graça dai” (Mateus 10.8). Deveria ser assim também conosco, que nada pagamos por tão grande maravilha que nos foi concedida por Deus, a saber, a salvação do Emanuel, que é tão abundante (foi por todos os homens da terra) e tão necessária ao mundo!

Deus não chamou o Seu povo para ficar estagnado, inerte em um canto do mundo, observando passivamente a ação das forças malignas sobre os homens, mas Jesus começou a boa obra da libertação dos povos e instruiu Seus discípulos a darem continuidade a ela até que Ele voltasse (2Tm 4.2; Isaías 52.7; Lucas 10.2; Isaías 13.3-4; Marcos 16.15-16; Mateus 18.19).

Vida gera vida. Se fomos regenerados por Deus (1Pedro 1.3), devemos gerar filhos espirituais também. Deus deseja que venhamos também a suscitar outras vidas. Em palavras mais claras: Deus quer que de nós sejam suscitados novos discípulos também! (Mateus 28.19)

E a vida produzida nessas novas criaturas (2Coríntios 5.17), nada mais é do que a presença de Deus reinando absoluto em nós. Ora, fomos edificados “casas espirituais”, o lugar onde Deus habita (1Coríntios 6.19-20), e sacerdócio santo, para representar os homens fracos na fé, distantes de Deus – ou mesmo aqueles que se encontram fortalecidos no Senhor mas carentes das orações dos justos – em seus relacionamentos com Deus, assim como o sacerdote era um homem escolhido dentre os homens para representá-los em suas relações com o Senhor.

Vês o tamanho da tua importância para este mundo, servo(a)?

Deus tem poder para fazer toda a obra redentora do mundo sozinho. Mas Ele preferiu dividir essa honra comigo... e também com você!

Façamos, pois, como as vaquinhas que levavam a Arca de Deus com alegria e prontidão, e anunciemos o evangelho ao mundo através de nossas palavras, pensamentos e atitudes, com orgulho por sermos eleitos por Deus para fazer a missão que os anjos desejaram realizar.

E que o Espírito Santo fale melhor ao teu coração...