segunda-feira, 25 de dezembro de 2006

Por que não comemorar este natal?



"O povo que andava em trevas viu uma grande luz, e sobre os que habitavam na região da sombra de morte resplandeceu a luz. (...) Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o principado está sobre os Seus ombros; e o Seu nome será Maravilhoso Conselheiro; Deus forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. Do incremento deste principado e da paz, não haverá fim." (Isaías 9.2,6,7a)



O nascimento de alguém é realmente algo muito glorioso para o mundo. É um milagre de Deus e uma possibilidade de haver mais um adorador sincero para a glória de Deus – o que, conseqüentemente, se torna numa bênção para este mundo triste e amaldiçoado. O nascimento traz alegria, traz esperanças.

O nascimento de Jesus trouxe esperança para o mundo, e foi para a humanidade, eu diria, o dia de maior importância depois da Sua morte.

“Como?” Você pode perguntar, “se, para alguém morrer, ele tem, necessariamente que, primeiro, nascer?”

Eu explico.

O nascimento de Cristo revela a bondade de Deus em querer salvar todos os homens. Mas isso só foi consumado com a morte de Jesus na cruz.

Isaías profetizou, mais de 700 anos antes, o nascimento daquele que viria a ser o maior exemplo para toda a humanidade, e por quem o perdão de Deus nos alcançaria. Contudo, somente com o espargir do Seu sangue sobre o madeiro e o seu expirar é que a obra da redenção e do perdão de Deus foi completada.

Não por acaso o Senhor nos mandou celebrar e fazer memória da Sua morte, em vez do Seu nascimento:

...O Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; e, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o Meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de Mim. Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo testamento no Meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de Mim. Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha.”(1Coríntios 11.23-26)

Foi a morte do Senhor Jesus que nos trouxe a vida e o direito à eternidade com Deus. Contudo, não podemos realmente nos esquecer que Seu nascimento permitiu-nos verificar, em seus 33 anos de vida, incontáveis exemplos incontestáveis para o modo de vida dos salvos.

Por isso, embora o nascimento de Cristo tenha sido de relevante importância para a humanidade, não devemos nos esquecer que o natal não se celebrou nos primeiros séculos da igreja cristã... O costume do cristianismo não era celebrar o nascimento de Jesus Cristo, mas Sua morte. Não constatava entre as antigas festividades da igreja... Não foi instituída por Jesus Cristo, nem pelos Apóstolos, nem pela autoridade Bíblica. Foi tomada mais tarde pelo paganismo. Autoridades históricas demonstram que, durante os primeiros 3 séculos da nossa era, os cristãos não celebraram o Natal. Esta festa só começou a ser introduzida após o início da formação daquele sistema que hoje é conhecido como Igreja Romana. Somente no século 5º foi oficialmente ordenado que o Natal fosse observado para sempre, como festa cristã, no mesmo dia da secular festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, já que não se conhecia a data exata do nascimento de Cristo.

Embora muitos milhares de milhares o façam, não devemos guardar a imagem de Jesus como um menino indefeso e dependente nos braços de Sua mãe, envolto em panos, deitado numa manjedoura, rodeado de animais. Não. Jesus tornou-Se um homem totalmente independente. Tornou-Se o mais forte e dominador de todos os homens. Ele já não está envolto em panos, mas revestido de glória; há muito deixou os braços de Sua mãe e a manjedoura e hoje está assentado num alto e sublime trono; e já não está rodeado de animais, mas rodeado de anjos, arcanjos e querubins que O louvam ininterruptamente.

Da mesma maneira, Jesus não está mais pendurado no madeiro, como tantos fazem questão de reproduzir em crucifixos e exibi-los nos mais diversos locais, inclusive em seu próprio corpo.

Ora, a cruz era um objeto de extermínio, de execução, como a cadeira elétrica, a guilhotina, a injeção letal, a forca. A título de curiosidade, quero perguntar: você seria capaz de pendurar uma pequena cadeira elétrica, ou uma mine-guilhotina, ou até mesmo uma pequena seringa com química mortal, ou, ainda, uma forquinha no pescoço ou nas orelhas? E dentro da sua casa, você colocaria um objeto assim? Creio que sua resposta seja algo como: “Misericórdia! Jamais eu faria isso!” Mas todos estes são exemplos de instrumentos de maldição, onde pessoas foram (e, em alguns lugares, ainda são) cruelmente assassinadas por causa dos supostos erros dignos de morte que tenham cometido. E nós fazemos questão de exibir a maldita cruz assim... e o pior: a exibimos com Jesus Cristo ainda pendurado nela!!!

"Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como havia dito. Vinde, vede o lugar onde o Senhor jazia." (Mateus 28.6)

Jesus está vivo. Desceu da maldita cruz há quase 2000 anos. E agora quer fazer Seu caráter bendito nascer todos os dias em nós, para nos tornar cada vez mais parecidos com Ele.

Se Jesus tivesse apenas nascido sem o propósito da salvação, certamente esse dia não seria tão importante quanto parece. Se Jesus tivesse morrido sem ter sido anunciado como o Salvador do mundo, também não haveria muito sentido em Seu sacrifício. Mas a obra do Senhor Jesus, desde Sua chegada numa manjedoura até a maneira como partiu deste mundo para reassumir Seu trono de glória no Céu, foi esplendorosa. Toda a Sua história é envolvente e cada detalhe expressa um significado ímpar para nos orientar no caminho até Deus.

Por isso, não devemos nos limitar a congratular o nascimento de Cristo apenas no dia 25 de dezembro, até porque não foi esta a data em que Jesus nasceu. Abriremos outro parêntese aqui, para observar que o nascimento do Salvador deu-se à época da festa dos Tabernáculos.

Quando Jesus nasceu, “havia pastores no campo que velavam e guardavam seus rebanhos durante a vigília da noite” (Lucas 2.8). Isto jamais poderia acontecer já Judéia no mês de dezembro. Os pastores tiravam seus rebanhos dos campos em meados de outubro e os guardavam para proteger do inverno que se aproximava, tempo frio e de muitas chuvas. Através, contudo, de alguns detalhes bíblicos, podemos situar cronologicamente o nascimento de Jesus e verificar que Seu nascimento foi cumprimento de uma das mais importantes festas do Velho Testamento: a Festa dos Tabernáculos. Essa festa acontecia a cada ano, no final do 7º mês (Etenim) do calendário Judaico, que corresponde ao mês de Setembro do nosso calendário. O significado da Festa dos Tabernáculos ou das Cabanas, era Deus habitando com Seu povo. Foi instituída por Deus como memorial para que o povo de Israel se lembrasse dos dias da peregrinação pelo deserto e em que o Senhor habitou num Tabernáculo no meio do Seu povo (leia Levíticos 23.33-44 e Neemias 8.13-18).

No Evangelho de Jesus Cristo, segundo escreveu São João 1.14, lemos: “Cristo... habitou entre nós”. ” Esta palavra em grego é “skenoo” ou “tabernaculou”, isto é, a festa dos tabernáculos cumprindo-se em Jesus Cristo, o Emanuel (Mateus 1.23), que, por sua vez, significa “Deus conosco”. Saibamos também que em Cristo não se cumpriu somente a Festa dos Tabernáculos, mas também a Páscoa, através da Sua morte na cruz (Mateus 26.2; 1Coríntios 5.7) e a Festa do Pentecostes, quando enviou o Espírito Santo sobre a Igreja (Atos 2.1-4).

(Leia ao final desse post um estudo completo sobre o Natal.)

Ainda que o 25 de dezembro seja somente uma data simbólica, Jesus não deve ser lembrado como o maior presente de Deus para nós somente nessa época do ano. Sua vinda deve ser diária em nossas vidas. Seu nascimento deve ser permanente, todos os dias, dentro de nós.

O fato de Jesus ter nascido numa manjedoura expressa bem isso.

A manjedoura é o local onde os animais se alimentam. Foi numa manjedoura insignificante para qualquer ser humano que foi colocado o Filho de Deus. Um coxo trata de animais, cuida das coisas corriqueiras e materiais (como conter alimentos), está no mundo, desprezado em um canto qualquer, exposto ao sol e à chuva, na maioria das vezes sujo de terra e de lama encardido, aparentemente sem nenhum valor. Nossas vidas, nosso coração é como essa manjedoura. Ao ser arrumado, aquele coxo tornou-se o berço que abrigou o Salvador. Nossos corações, quando dispostos à santificação, tornam-se a casa que Jesus escolheu para morar.

A morte de Cristo, porém, é que trouxe tudo o que precisávamos para sermos reconciliados com Deus. Por isso Ele nos mandou fazer memória da Sua morte e não do Seu nascimento (1Coríntios 11.24-26). Sua morte e ressurreição é que nos garante que já não há mais amarras que nos mantenham aprisionados longe do Senhor, se não o quisermos ser. O preço pago por Cristo foi completo.

E se hoje temos o direito de nos encontrar com Deus e de tê-Lo sempre presente em nossas vidas, não é necessariamente porque Jesus nasceu, mas precisamente porque Ele morreu e ressuscitou.

A maioria das pessoas só se lembra que Jesus é o Salvador nesta data (que, na verdade, é a data pagã da homenagem ao deus Sol). Os outros 364 dias do ano, produzem todo tipo de atitudes que entristecem o Senhor e raras vezes recordam que Lhe devem satisfação e louvor, uma vez que Ele é o Senhor de tudo e para o louvor de Sua glória fomos criados. É como se Jesus só servisse para lhes dar a salvação (Jesus, o Salvador) e não tivesse o direito de exercer o Seu senhorio sobre nossas vidas (Jesus, o Senhor). Seja grifado, porém, que quando Cristo nos comprou com Seu sangue (1Timóteo 2.6; 1Coríntios 6.20), Ele tornou-Se, ou, antes, consumou-Se (porque já o era desde a criação) o Senhor das nossas vidas. Éramos escravos e fomos resgatados por Cristo. Então, Jesus, terminantemente tornou-Se o nosso Senhor, a quem devemos servir, agradar e honrar.

"Sepultados com ele no batismo, nele também ressuscitastes pela fé no poder de Deus, que o ressuscitou dentre os mortos." (Colossenses 2.12)


Creio que Cristo fica muito mais feliz quando alguém reconhece que precisa morrer todos os dias para o pecado e O permite nascer e Se tornar o Senhor de sua vida, do que quando vê milhares de cristãos se deixando convencer por uma data economicamente atrativa e historicamente incorreta, utilizando Seu nome e nascimento para fazer dinheiro e hipocritamente se lembrar de Cristo como o Salvador do mundo. Todos os dias essa glória de Cristo tem sido dividida com outros deuses e senhoras. Todos os dias ela tem sido substituída pelas atitudes de desprezo ao próximo, sentimento de superioridade e auto-suficiência. E uma vez no ano se lembra que há um Senhor sobre tudo e um Salvador a quem devemos a própria existência.

Será que a troca de presentes nos dias 25 de dezembro compensa os erros que fizemos em toda a nossa vida e também os que trazemos por herança desde Adão? Não! Definitivamente. O único meio de apagar esses erros e viver uma vida em santificação é através do sangue de Cristo, que foi derramado por ocasião da Sua morte...

Certamente, querida(o) irmã(o), o nascimento de Cristo trouxe esperança ao mundo.

Mas a certeza da salvação só tem quem crê na expiação dos pecados através da morte substitucionária de Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador, e do derramamento do Seu sangue como sacrifício definitivo e suficiente para nos aproximar de Deus e nos purificar de todo o pecado.

"Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado." (1João 1.7b)

E que o Espírito Santo fale melhor em teu coração.

No amor do Senhor...


*******


A VERDADEIRA HISTÓRIA DO NATAL (25 DE DEZEMBRO)



O Natal é a data em que muitas pessoas comemoram o nascimento do Salvador Jesus.

É, verdadeiramente, uma época onde as cidades ficam quase que completamente decoradas com luzes e bolas coloridas, anunciando a chegada de um tempo que permitirá refletir, projetar e reorganizar as vidas.
É, também, o tempo de desejar paz, de ajudar ao próximo, de se comemorar com festas e banquetes caprichados.

Mas sabemos que a Bíblia não menciona nada sobre o Natal, nem ao menos esclarece a data exata em que Jesus nasceu, embora deixe-nos algumas referências que nos permitem nos aproximar mais da certeza sobre qual seria essa data realmente. De onde vem, então, o 25 de Dezembro? E o Papai-Noel, o que tem haver com essa História? Renas voadoras? Ora, onde Jesus nasceu e viveu não existiam renas... ainda menos voadoras. E o que podemos dizer sobre as trocas de presentes e as mensagens de congratulações que são manifestas basicamente nesta data? E a árvore de natal... como surgiu esse hábito de enfeitar pinheiros?

Fomos buscar algumas informações preciosas sobre essa festividade... e veja o que encontramos:

O Natal é paganismo na História e na Bíblia


No inglês, a expressão “CHRISTMAS”, que é formada pela união de duas palavras, “CHRIST” (CRISTO) e “MASS”(MISSA), tem a seguinte tradução: “MISSA DE CRISTO” ou “MISSA DE NATAL”.

O Natal veio do paganismo, e essas provas constam na História e na Bíblia. Veja:

Enciclopédia Católica [edição de 1911]: "A festa do Natal não estava incluída entre as primeiras festividades da Igreja... os primeiros indícios dela são provenientes do Egito... os costumes pagãos relacionados com o princípio do ano se concentravam na festa do Natal." (Leia o que a Bíblia diz sobre praticar as mesmas obras que o Egito, em Levíticos 18.3-5).

Enciclopédia Britânica[edição de 1946]: “O natal não constatava entre as antigas festividades da igreja... Não foi instituída por Jesus Cristo, nem pelos Apóstolos, nem pela autoridade Bíblica. Foi tomada mais tarde pelo paganismo.”

Enciclopédia Americana [edição de 1944]: “O natal, de acordo com muitas autoridades, não se celebrou nos primeiros séculos da igreja cristã... O costume do cristianismo não era celebrar o nascimento de Jesus Cristo, mas Sua morte. (Leia a comunhão instituída por Jesus Cristo no Novo Testamento, em 1Coríntios 11.24-26).

Somente os pecadores (como Faraó e Herodes) celebraram com grande regozijo o dia em que nasceram neste mundo.

Autoridades históricas demonstram que, durante os primeiros 3 séculos da nossa era, os cristãos não celebraram o Natal. Esta festa só começou a ser introduzida após o início da formação daquele sistema que hoje é conhecido como Igreja Romana. Somente no século 5º foi oficialmente ordenado que o Natal fosse observado para sempre, como festa cristã, no mesmo dia da secular festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, já que não se conhecia a data exata do nascimento de Cristo.

Jesus não nasceu em 25 de dezembro


Se fosse da vontade de Deus que guardássemos e celebrássemos o aniversário do NASCIMENTO de Jesus Cristo, Ele não haveria ocultado sua data exata, nem nos deixaria sem nenhuma menção a esta comemoração, em toda a Bíblia. Ao invés de envolvermo-nos numa festa de origem não encontrada na Bíblia mas somente no paganismo, somos ordenados a adorar Deus, a relembrar biblicamente a MORTE do nosso Salvador, e pregar biblicamente esta MORTE e seu significado.

Quando Ele nasceu "... havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho." (Lc 2:8). Isto jamais pôde acontecer na Judéia dirante o mês de dezembro: os pastores tiravam seus rebanhos dos campos em meados de outubro e (ainda mais à noite) os abrigavam para protegê-los do inverno que se aproximava, tempo frio e de muitas chuvas . A Bíblia mesmo prova, em (Cantares 2.1 - Esdras 10.9,13), que o inverno era época de chuvas, o que tornava impossível a permanência dos pastores com seus rebanhos durante as frígidas noite, no campo. É também pouco provável que um recenseamento fosse convocado para a época de chuvas e frio (Lucas 2.1).

Como essa festa se introduziu nas Igrejas?


A Nova Enciclopédia de Conhecimento Religioso, de Schaff-Herzog, explica em seu artigo sobre o Natal:

"Não se pode determinar com precisão até que ponto a data desta festividade teve origem na pagã Brumália (25/12), que seguia a Saturnália (17 à 24/12) e comemorava o nascimento do deus sol, no dia mais curto do ano.
.
As festividades pagãs de Saturnália e Brumália estavam demasiadamente arraigadas nos costumes populares para serem suprimidos pela influência cristã. Essas festas agradavam tanto que os cristãos viram com simpatia uma desculpa para continuar celebrando-as sem maiores mudanças no espírito e na forma de sua observância. Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam a seus irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao sol por aceitar como cristã essa festividade pagã.

Com a vinda do imperador Constantino (séc 4) que se declarou cristão, elevando o cristianismo a um nível de igualdade com o paganismo, o mundo romano começou a aceitar este cristianismo popularizado e os novos adeptos somaram a centenas de milhares.”

Sabe-se também que o natal é pode ter origem na principal tradição do sistema corrupto denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sobre o nome de Babilônia. Seu início surgiu na antiga Babilônia de Ninrode.

Ninrode, neto de Cão, filho de Noé, foi o verdadeiro fundador da doutrina babilônica que até hoje domina o mundo – doutrina essa que estabelece a competição organizada entre impérios e governos do homem, baseada no sistema econômico e de lucro. Ninrode construiu a torre de Babel, a Babilônia Primitiva, a antiga Nínive e muitas outras cidades. Foi ele também quem organizou o primeiro reino deste mundo.

O nome “Ninrode”, em hebraico, deriva-se de “Marad”, que significa “ele se rebelou”, ou “rebelde” .

Dos escritos antigos aprendemos que foi a partir deste homem que iniciou-se a grande apostasia mundial. Ninrode era tão perversos que, segundo os escritos antigos, casou-se com sua própria mãe, cujo nome era “Semíramis”. (Leia o que a Bíblia diz sobre esse tipo de atitude, em Levíticos 18.6,7,29,30). Morto prematuramente, sua chamada mãe-esposa fez propagar-se a perversa doutrina da reencarnação de Ninrode, em seu filho Talmuz. Ela declarou que em cada aniversário de seu nascimento, Ninrode desejaria presentes em uma árvore. A data de seu aniversário era em 25 de dezembro.

Semíramis se converteu na “Rainha do Céu” e Ninrode, sob diversos nomes, se tornou o “Divino Filho do Céu”. Depois de várias gerações sob este julgo idólatra, Ninrode também se tornou um falso messias, filho de Baal, o Deus-Sol.

O artigo da Enciclopédia (já citado), condiz com a segunda explicação sobre a origem do 25 de dezembro, e explica, também, como o reconhecimento do dia de domingo (dia em que antes os pagãos adoravam o sol) por parte de Constantino, e como a influência do maniqueísmo (que identificava o Filho de Deus com o sol) deram motivo aos pagãos do século 4o, agora convertidos em massa ao cristianismo, para adaptarem a sua festa do dia 25 de dezembro (dia do nascimento do deus sol), dando-lhe o título de dia do nascimento do Filho de Deus.

Assim foi como o Natal se introduziu em nosso mundo ocidental! Ainda que tenha outro nome, continua sendo, em espírito, a festa pagã de culto ao sol. Apenas mudou o nome. Podemos chamar um leão de lebre, mas por isto ele deixará de ser um leão.

Verificamos, assim, que a verdadeira origem do Natal está na antiga Babilônia. Está envolvida na apostasia organizada que tem mantido o mundo no engano desde há muitos séculos!

No Egito sempre se creu que o filho de Ísis (nome egípcio da 'rainha do céu') nasceu em 25 de dezembro. Os pagãos em todo o mundo conhecido celebraram esta data séculos antes do nascimento de Cristo.

Jesus, o verdadeiro Messias, não nasceu em 25 de dezembro. Os apóstolos e a igreja primitiva jamais celebraram o natalício de Cristo. Nem nessa data nem em nenhuma outra. Não existe na Bíblia ordem nem instrução alguma para fazê-lo. Porém, existe, sim, a ordem de atentarmos bem e lembrarmos sempre a Sua MORTE
(Leia 1Coríntios 11:24-26; João 13:14-17).

Guirlanda, velas, papai-noel


A guirlanda que enfeita as portas de tantos lares é de origem pagã. Dela disse Frederick J. Haskins em seu livro Respostas a Algumas Perguntas: “(A guirlanda) remonta aos costumes pagãos de adornar edifícios e lugares de adoração para a festividade que se celebrava ao mesmo tempo do (atual) Natal.

A árvore de Natal vem do Egito e sua origem é anterior à era Cristã. Também as velas, símbolo tradicional do Natal, são uma velha tradição pagã, pois se acendiam ao ocaso para reanimar ao deus sol, quando este se extinguia para dar lugar à noite.

Papai-noel é lenda baseada em Nicolau, bispo católico do século 5º. A Eniclopédia Britânica, 11ª edição, vol. 19, páginas 648-649, diz:
“São Nicolau, o bispo de Mira, santo venerado pelos gregos e latinos em 6 de dezembro... conta-se uma lenda segundo a qual presenteava ocultamente a três filhas de um homem pobre... deu origem ao costume de dar em secreto na véspéra do dia de São Nicolau (6 de dezembro), data que depois foi transferida para o dia de Natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau...”

Os pais castigam a seus filhos por dizerem mentiras. Porém, ao chegar o Natal, eles mesmos se encarregam de contar-lhes a mentira de “Papai-Noel”, dos “Reis Magos” e do “Menino Deus”! Por isso não é de se estranhar que, ao chegarem à idade adulta, também creiam que Deus é um mero mito. Certo menino, sentindo-se tristemente desiludido ao conhecer a verdade acerca de Papai Noel, comentou a um amiguinho: “Sim, também vou me informar acerca do tal Jesus Cristo!”

É cristão ensinar às crianças mitos e mentiras? Deus disse:
... nem mentireis, nem usareis de falsidade cada um com o seu próximo(Levíticos 19:11). Ainda que à mente humana pareça bem e justificado, Deus, porém, disse:Há caminho que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte. (Provérbios 16:25).

Estudados os fatos, vemos com assombro que o costume de celebrar o Natal, em realidade, não é costume cristão mas sim, pagão. Ele constitui um dos caminhos da Babilônia no qual o mundo tem caído!

O que a Bíblia diz sobre a árvore de natal


As falsas religiões sempre utilizaram a madeira, bem como as árvores, com fins de idolatria. Veja isso na Bíblia:

Não aprendais o caminho das nações, pois o costume dos povos são vaidade; corta-se do bosque um madeiro e se lavra um machado pelas mãos do artífice. Com prata e com ouro enfeitam, com pregos e com martelos firmam para que não se mova.(Jeremias 10.2-4)

Sacrificam sobre os cumes dos montes, e queimam incenso sobre os outeiros, debaixo do carvalho, e do álamo, e do olmeiro, porque é boa a sua sombra; por isso vossas filhas se prostituem, e as vossas noras adulteram.(Oséias 4:13)

Não plantarás nenhuma árvore junto ao altar do Senhor teu Deus, que fizeres para ti.”
(Deuteronômios 16:21)

Essas árvores ou pedaços de madeira serviam para adoração e culto doméstico. O pinheiro - símbolo natalino - possui a mesma conotação.

É Bíblica a Troca de Presentes?


Segundo a Biblioteca Sacra, vol. 12, páginas 153-155:
A troca de presentes entre amigos é característico tanto do Natal como da Saturnália, e os cristãos seguramente a copiaram dos pagãos, como o demonstra com clareza o conselho de Tertuliano”.

O costume de trocar presentes com amigos e parentes durante a época natalina não tem absolutamente nada a ver com o cristianismo! Ele não celebra o nascimento de Jesus Cristo nem O honra! Suponhamos que alguma pessoa que você estima está aniversariando. Você a honraria comprando presentes para os seus próprios amigos e não para o aniversariante??... Omitiria a pessoa a quem deveria honrar??... Não parece absurdo deste ponto de vista?!...

Contudo, isto é precisamente o que as pessoas fazem em todo o mundo. Observam um dia em que Cristo não nasceu, gastando muito dinheiro em presentes para parentes e amigos. Porém, anos de experiência nos ensinam que os cristãos confessos se esquecem de dar o que deviam, a Cristo e a Sua obra, no mês de dezembro. Este é o mês em que mais sofre a obra de Deus. Aparentemente as pessoas estão tão ocupadas trocando presentes natalinos que não se lembram de Cristo nem do Evangelho. Depois, durante janeiro a fevereiro, tratam de recuperar tudo o que gastaram no Natal, de modo que muitos, no que se refere ao apoio que dão a Cristo e Sua obra, não voltam à normalidade até março.

Três reis magos?!


Vejamos o que diz a Bíblia em Mateus 2:1,11 com respeito aos presentes que levaram os magos quando Jesus nasceu:
E, tendo nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que UNS magos vieram do oriente a Jerusalém, ... E, entrando na CASA, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, O adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-LHE dádivas: ouro, incenso e mirra.

Analisando bem os grifos que fizemos neste versículo, percebemos que informações erradas têm sido transmitidas acerca do nascimento de Jesus ao mundo por séculos. Vejamos:

>> Ao contrário do que mostram os presépios, Jesus já estava numa casa, não numa estrebaria;

>>Ao contrário da quantidade de magos que se afirma serem três (e, segundo o catolicismo, os seus nomes era Gaspar, Baltazar e Belchior), a Bíblia não especifica quantos era. Porém, cita somente que eram “uns” reis magos;

>> Por que os Magos levaram presentes a Cristo? Por ser o dia de seu nascimento? De maneira nenhuma! Pois eles chegaram aproximadamente dois anos depois do Seu nascimento (Mt 2:16). Então, os magos deram presentes uns aos outros para deixar-nos exemplo a ser imitado? Não! Eles não trocaram nenhum presente com seus amigos e familiares, nem entre si mesmos, mas sim presentearam unicamente a CRISTO. No Oriente não se costuma entrar na presença de reis ou pessoas importantes com as mãos vazias. Este costume ocorre com freqüência no Velho Testamento e ainda persiste no Oriente e em algumas ilhas do Pacífico Sul. Portanto, esclareça-se que os magos não estavam instituindo um novo costume cristão de troca-troca de presentes para honrar o nascimento de Jesus Cristo! Procederam de acordo com um antigo costume Oriental que consistia em levar presentes ao rei ao apresentarem-se a ele. Eles foram pessoalmente à presença do Rei dos Judeus. Portanto, levaram oferendas, da mesma maneira que a rainha de Sabá levou a Salomão, e assim como levam aqueles que hoje visitam um chefe de estado. O costume de trocas de presentes de Natal nada tem a ver com o nascimento do Cristo de Deus, é apenas a continuação de um costume pagão.

Conclusão: O presente que todos, sem exceção, devemos dar a Jesus, não só no dia de Seu aniversário (ainda que soubéssemos qual é realmente), mas todos os dias da nossa existência, é a OBEDIÊNCIA À SUA PALAVRA. Contudo, o que vemos, são pessoas que bebem, farreiam, mal-tratam, mentem, fumam, xingam, gastam além do que podem pagar, sonegam, brigam, matam, roubam... e cometem tantas outras atrocidades em todo o decorrer do ano, e que, por ocasião desta festa comprovadamente pagã, se abraçam, trocam presentes e permanecem fazendo as mesmas coisas.

Deus disse claramente no Seu manual de instruções divinamente inspirado para conduzir à humanidade – a Bíblia -, que não aceitaria esse tipo de culto, ainda que acontecesse com a intenção de honrá-Lo. Disse-nos que é abominação e não honra, porque mantêm tradições de adoração aos falsos deuses pagãos. Deus não quer que O honremos “conforme nossa própria consciência” mas, segundo as palavras do próprio Jesus Cristo,
"importa que os que O adoram (a Deus, que é Espírito), O adorem em espírito e em verdade. (João 4.24)

De acordo com o que vimos até aqui, entendemos claramente que a Bíblia não menciona o Natal, e que muito menos Jesus nasceu em dezembro, que o Natal é uma festa pagã de culto ao deus Sol e que a Igreja Romana mudou os conceitos para a celebração do nascimento de Cristo. Festa pagã ou não, Jesus nascendo em dezembro ou não, nós como Cristãos comemoramos seu nascimento todos os dias, e mais: sua ressurreição!

Mesmo estando biblicamente errado aderir a esse movimento, teoricamente, entendemos que esta seria um tempo onde as pessoas estariam com os corações abertos, onde os "perdões" seriam liberados, as famílias se reuniriam, e a esperança renasceria. Na prática, porém, vemos uma grande contradição: muitas e muitas pessoas cometem suicídio na noite de natal, outros tantos assassinatos acontecem... nas próprias festas comemorativas (que só satisfazem aos convidados e nunca ao Aniversariante – Jesus) costumeiramente ocorrem brigas, confusões e desentendimentos (eu, inclusive, já fui testemunha ocular dessas baixarias), bebedices, orgias. Muitos e muitos lares estão se desfazendo em diversas partes do mundo e tantas outras atrocidades são cometidas neste dia.

Há, contudo, pessoas que insistem em que, apesar das raízes do Natal estarem no paganismo, agora elas não observam o Natal para honrarem ao deus sol, mas para honrarem a Jesus Cristo. Ainda assim estão se iludindo. Vejamos algumas razões para essa nossa afirmativa:

a) Não devemos tolerar as práticas de tradições humanas. Deus disse:

“Sai dela, povo Meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas.” (Apocalipse 18:4)

“Guarda-te, que não te enlaces seguindo-as, ...; e que não perguntes acerca dos seus deuses, dizendo: Assim como serviram estas nações os seus deuses, do mesmo modo também farei eu. Assim não farás ao Senhor teu Deus; porque tudo o que é abominável ao Senhor, e que Ele odeia, fizeram eles a seus deuses.” (Deuteronômios 12:30-31)

“Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho dos gentios, ... Porque os costumes dos povos são vaidade.” (Jeremias 10:2-3).

b) Jesus não nascem em 25 de Dezembro, mas na época da Festa dos Tabernáculos.

Quando Jesus nasceu,
“havia pastores no campo que velavam e guardavam seus rebanhos durante a vigília da noite” (Lucas 2.8). Isto jamais poderia acontecer já Judéia no mês de dezembro. Os pastores tiravam seus rebanhos dos campos em meados de outubro e os guardavam para proteger do inverno que se aproximava, tempo frio e de muitas chuvas.

A Bíblia nos prova categoricamente em Lamentações 2.1 e Esdras 10.9,13 que o inverno era época de chuvas, o que tornava impossível a permanência dos pastores com seus rebanhos à noite no campo. A própria Enciclopédia Católica diz que “a data exata do nascimento de Jesus Cristo é desconhecida.”

Através, contudo, de alguns detalhes bíblicos, podemos situar cronologicamente o nascimento de Jesus e verificar que Seu nascimento foi cumprimento de uma das mais importantes festas do Velho Testamento: a Festa dos Tabernáculos.

Essa festa acontecia a cada ano, no final do 7º mês (Etenim) do calendário Judaico, que corresponde ao mês de Setembro do nosso calendário. O significado da Festa dos Tabernáculos ou das Cabanas, era Deus habitando com Seu povo. Foi instituída por Deus como memorial para que o povo de Israel se lembrasse dos dias da peregrinação pelo deserto e em que o Senhor habitou num Tabernáculo no meio do Seu povo (leia Levíticos 23.33-44 e Neemias 8.13-18)

No Evangelho de Jesus Cristo, segundo escreveu São João 1.14, lemos:
“Cristo... habitou entre nós”. ” Esta palavra em grego é “skenoo” ou “tabernaculou”, isto é, a festa dos tabernáculos cumprindo-se em Jesus Cristo, o Emanuel (Mateus 1.23), que, por sua vez, significa “Deus conosco”. Saibamos também que em Cristo não se cumpriu somente a Festa dos Tabernáculos, mas também a Páscoa, através da Sua morte na cruz (Mateus 26.2; 1Coríntios 5.7) e a Festa do Pentecostes, quando enviou o Espírito Santo sobre a Igreja (Atos 2.1-4).

Vejamos nas Escrituras alguns detalhes que nos ajudarão a situar cronologicamente o nascimento de Jesus:
Mês Judeu
No Calendário Cristão
Turnos
Referência Bíblica
Abibi ou Nisã
Março
1 e 2
Êxodo 13.4; Ester 3.7
Zive
Abril
3 e 4
1 Reis 6.1
Sivã
Maio
5 e 6
Ester 8.9
Talmuz
Junho
7 e 8
Jeremias 39.2; Zacarias 8.19
Abe
Julho
9 e 10
Números 33.38
Elul
Agosto
11 e 12
Neemias 6.15
Etenim ou Tisri
Setembro
13 e 14
1 Reis 8.2
Bul
Outubro
15 e 16
1 Reis 6.38
Chisleu
Novembro
17 e 18
Esdras 10.9; Zacarias 7.1
Tebete
Dezembro
19 e 20
Ester 2.16
Sebate
Janeiro
21 e 22
Zacarias 1.7
Adar
Fevereiro
23 e 24
Ester 3.3


>>Os levitas eram divididos em 24 turnos e cada turno ministrava por 15 dias; (1Crônicas 24.1-19) (24 x 15 dias = 1 ano) ;

>>O oitavo turno pertencia a Abias (1Crônicas 24.10);

>> O primeiro turno iniciava-se com o primeiro mês do ano judaico - mês de Abibe (Êxodo 12.1-2; 13.4; Deuteronômio 16.1);

>> Zacarias, pai de João Batista, era sacerdote e ministrava no templo durante o turno de Abias (Lucas 1:5,8,9);

>> Terminado o seu turno voltou para casa e, conforme a promessa que Deus lhe fez, sua esposa Isabel, que era estéril, concebeu João Batista (Lucas 1:23-24) no final do mês Tamuz (junho) ou início do mês Abe (julho);

>> Jesus foi concebido 6 meses depois (Lucas 1.24-38), no fim de Tebete (dezembro) ou início de Sebate (janeiro);

>> Nove meses depois, no final de Etenim (setembro), mês em que os judeus comemoravam a Festa dos Tabernáculos, Deus veio habitar, veio tabernacular conosco. Nasceu Jesus, o Emanuel (Deus conosco).

Mesmo querendo fazer a vontade de Deus como fiéis discípulos, por vezes somos surpreendidos por situações que nos deixam atônitos e embaraçados. Contudo, temos um Deus que transforma maldição em bênção. Agora não somos mais ignorantes quanto à festividade natalina que teve sua origem na Babilônia. Devemos, por tanto, praticar o seguinte:

a) Tirar totalmente do nosso coração a dependência sentimental da data do “Sol Invictus” (25 de dezembro);

b) Instruir nossos filhos e discípulos: ”
“Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.” ” (João 8.32);

c) Nos livrar de todos os enfeites com motivos natalinos, uma vez que já sabemos que não são objetos biblicamente aceitáveis;

d) Resistir ao espírito satânico de gastos no Natal, principalmente se já houver dívidas;

e) Aproveitar essa data também (porque isso deve ser uma prática em todo o decorrer do ano) para estar com parentes e amigos em suas casas, falando da necessidade do nascimento de Jesus em seus corações, pois este é o verdadeiro presente que o “Aniversariante” quer receber;

f) Entender que a maioria das pessoas não visualiza a situação do Natal, preferindo viver segundo seus sentimentos e tradições;

g) Não confundir Passagem de Ano com Natal. Não é errado desejar às pessoas que o próximo ano seja cheio de vida, saúde, paz e prosperidade, como é o costume. Aliás, a Bíblia é clara quanto a isso:

“Não maquinais o mal contra o teu próximo.”
(Provérbios 3.29);

“E o segundo mandamento é este: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.”
(Mateus 22.39);

“Amai-vos ardentemente uns aos outros, com um coração puro”
(1Pedro 1.22).


Conclusão: Não nos enganemos! Deus nos permite obedecer, seguir aos costumes dos homens e até pecar. Porém, nos adverte que haverá severo juízo em colhermos o que semeamos. E, se não houver real conversão dos nossos corações, podemos ser julgados e condenados por toda a eternidade.

Para se conhecer o amor verdadeiro, se sentir o real perdão, para ver famílias sendo salvas e restauradas, e para que a esperança nunca se acabe, necessário é que nós nasçamos de novo... E, para isso, temos que morrer para nós mesmos e para o mundo, permitindo que a nova vida, infalível e cheia de Graça – Jesus Cristo – nasça dentro de nós todos os dias e nos ensine realmente a fazermos a diferença no mundo, praticando a real intenção do Evangelho do Senhor Jesus Cristo em nossas vidas, que é, verdadeiramente, o melhor presente que podemos dar ao nosso Mestre: a nossa adoração e a nossa obediência ao Deus Vivo.
Elaine C. Castro
Serva do Altíssimo
01 de julho de 2005

_________________________
(1) Pr. Ricardo Paixão de Oliveira - www.melodia.com.br – Estudos.
(2) Pr. Ronald Costa - Por que não celebrar este natal?
(3) Bíblia Sagrada – Tradução Almeida Revista e Corrigida, 1995.
(4) Anotações Pessoais.