domingo, 4 de março de 2007

Projeto que Deus amou



No princípio Deus criou os céus e a terra.

Lúcifer, o anjo de luz, perfeito, deixou-se levar pelo orgulho e soberba, e desejou ser Deus. Era querubim ungido mas quis ser Deus. E intentou tomar do Altíssimo a glória que só ao Rei dos reis pertence. Projetou ser maior do que Deus. Desejou ocupar o lugar devido a Deus. Ambicionou ser a imagem e a semelhança de Deus. E, por isso, foi expulso de lá, porque Jeová não admite o pecado e não Se sujeitaria a tais desejos malignos.

Passado um período desconhecido de tempo, Deus criou o homem... à Sua imagem e semelhança! Deu ao primeiro homem a incumbência de cuidar de todo o Éden. Colocou-lhe numa posição privilegia e bem quista.

E o diabo? ... Irou-se. Para desespero do ex-lúcifer e agora satanás, o Senhor Deus deu ao homem a posição celestial que o seu coração maligno tanto almejou: um ser à imagem e semelhança de Deus. Satanás, porém, rebaixado à ocupação da pior de todas as hierarquias: desprezível, mínimo, medíocre, insignificante. O pior de todos os seres.

Isso bem explica a razão pela qual ele, o diabo, nos odeia tanto e anseia por nos destruir, nos afastando do Deus Criador e nos levando para a destruição eterna.

Trabalhou incessantemente para sucumbir o homem diante de Deus: ainda no Éden, a serpente confundiu o primeiro homem e sua mulher, e os induziu a desobedecer a vontade suprema do Senhor. Essa atitude custaria pesadas conseqüências para toda a humanidade, levando Deus a afastar de Si o então homem pecador. Mas Deus afastou o homem de Si, contudo não o esqueceu. Porque, embora Deus não admita o pecado, Ele ama o pecador.

O ódio que o diabo alimenta por nós não significa absolutamente nada diante do sublime e incomparável amor que Deus tem por nós. Embora errados, embora caindo, Ele nos ama. Titubeamos, pecamos, enfraquecemos, desfalecemos, descremos... mas Ele permanece nos amando...

Contudo, nem o grande amor do Pai e Suas orientações sobre uma vida em santificação impediram o homem de praticar coisas abomináveis a Deus. Isso se deve pelo fato de o Senhor ter concedido aos homens o livre-arbítrio, pois o amor de Deus, embora seja imenso, não é egoísta e respeita as decisões de cada um de nós, mesmo que não concorde com elas e conheça bem as conseqüências que cada uma pode trazer.

E assim, o pecado foi crescente entre os homens, ocupando notoriamente suas mentes e coração, a ponto de o Senhor Deus Criador já não suportar tal realidade:

“E viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente. Então, arrependeu-Se o Senhor de haver feito o homem sobre a terra e pesou-Lhe em Seu coração. E disse o Senhor: Destruirei o homem que criei de sobre a face da terra, desde o homem até ao animal, até ao réptil, e até à ave dos céus; porque me arrependo de os haver feito. Noé, porém, achou graça aos olhos do Senhor.” (Gênesis 6.5-7)

Como se conhece a História, Noé e sua família foram preservados da destruição do dilúvio porque obedeceram ao Senhor. Até este trecho da Bíblia, verificamos duas escolhas e suas conseqüências, acerca da obediência a Deus.

Vimos que Eva e Adão (nesta ordem) escolheram acatar a palavra da serpente (incorporada pelo diabo) e desobedecer a Deus. E tal atitude determinou a desgraça eterna sobre a humanidade. Em contrapartida, vemos Noé disposto a obedecer a Deus e a suportar as afrontas de toda uma sociedade contrária à sua decisão. O resultado da escolha de Noé foi o grande livramento que Deus lhe deu e também à sua família, além do privilégio de recomeçarem a História da humanidade após o grande dilúvio que extirpou todas as vidas que ficaram do lado de fora da arca.

Desde os primeiros seres da criação, a Palavra de Deus foi ordenada e tudo que existe se criou. O Senhor nos mostra que a obediência é o princípio de um relacionamento íntimo, agradável e permanente com o Criador:

“Tem porventura o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à palavra do Senhor? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros.” (1Samuel 15.22)

“Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?” (Romanos 6.16)

Na Bíblia, desde o início do Gênesis até o encerramento do Apocalipse o Senhor tem alertado Seu povo a viver segundo Suas vontades e em sinceridade diante dEle. No livro de Jeremias Ele frisa bem que O encontraremos quando O buscarmos de todo o nosso coração (Jeremias 29.13). Deus não tem cobrado isso de nós por ser Ele um Deus egoísta, que pensa somente em agradar a Si próprio recebendo louvores de quantas mais pessoas Ele puder convencer a se voltarem para Si. Mas Ele tem nos instruído a estar sob Sua dependência exatamente por ter Ele a consciência, em Sua infinita sabedoria e visão, que o júbilo daqueles que vivem segundo as vontades do mundo é breve, e que a alegria daqueles que, como sepulcros caiados se escondem atrás da imagem da santidade e fingem viver segundo os preceitos do Senhor, dura apenas um momento. Deus Se preocupa porque sabe que ninguém mais, além dEle mesmo, poderá nos dar a verdadeira paz e a alegria que dura por toda a eternidade!

“Porventura, não sabes tu que desde a antigüidade, desde que o homem foi posto sobre a terra, o júbilo dos ímpios é breve, e a alegria dos hipócritas, apenas de um momento?" (Jó 20.4-5)

Deus nos ama tanto que tem nos alertado constante e abertamente sobre a necessidade de vivermos com honestidade de coração em Sua presença e seguindo com franqueza os Seus desígnios. Ele quer nos preservar das investidas do inimigo das nossas almas, porque o Senhor sabe o quanto satanás nos odeia e quer nos destruir.

Desde que perdeu seu lugar no Éden, se viu reduzido ao pior de todos os seres, e viu Deus criando o homem à sua imagem e semelhança (Gênesis 1.26-27 - aquilo que Lúcifer desejou ser) e também entregando ao tal homem o domínio sobre a terra (Gênesis 1.28-31 – aquilo que Lúcifer desejou ter), o diabo tem cultivado pela raça humana um ódio muito voraz, que é alimentado dia após dia, cada vez mais intensamente. Ele sabe sabe o futuro que lhe é reservado por Jesus Cristo e por isso tem pressa em destruir o maior número de vidas que puder.

E por isso foi que ele insistiu novamente em fazer as gerações descendentes dos filhos de Noé a pecarem e voltarem a se distanciar de Deus. O pecado novamente se expandiu sobre a terra, e outra vez seu mal-cheiro chegava às narinas de Deus. De novo o pecado culminou, levando as gerações pós-dilúvio à incredulidade, ao destemor e à desobediência.

O homem, a coroa da criação de Deus, porém, não foi gerado para identificar-se com um ser caído, moralmente ferido e espiritualmente desgraçado. Vimos o amor de Deus e Seu cuidado em formar o homem com Suas próprias mãos:

“E criou Deus o homem à Sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.” (Gênesis 1.27)

E entendemos que Deus criou um projeto perfeito, para o louvor da Sua glória (Efésiso 1.12). Não vemos aqui a Bíblia contando que “Deus disse: haja o homem”, como o disse a luz, a terra e as águas, as plantas, o sol, a lua e as estrelas, os seres das águas, os animais (Gênesis 1.3,6,11,14,20,24). Não. Nós vemos a Palavra nos ensinando que “criou Deus o homem à Sua imagem” (Gênesis 1.27). E que mistério glorioso há neste pequeno trecho da Bíblia!

Veja que preocupação Deus teve em pegar o barro com Suas mãos para moldar aquele que seria a Sua semelhança em carne e osso! O cuidado do Criador em formar com detalhes extraordinários e únicos o homem, isto é, aquele que deveria ser o dominador de todos os seres da terra. Que planos gloriosos – podemos perceber – que Deus tinha para com o ser humano! Uma comunhão profunda do Criador com a criatura mais perfeita de toda a criação – o único ser feito à Sua imagem e semelhança.

“E, ouvindo a voz do Senhor Deus, que passeava no jardim à tardinha...” (Gênesis 3.8)

Era assim que o Pai queria Se relacionar com Seus amados filhos: visitando-os, sendo recebido por eles, dividindo com eles todos os seus momentos e também sendo amado por cada coração.

É por isso que Deus Se entristece todas as vezes que vê pessoas projetadas por Ele inicialmente para serem felizes, vivendo uma vida desgraçada e sem rumo, mergulhadas nas profundezas do pecado e praticantes de toda sorte de abominação. Simplesmente reduzidas ao nada ou quase isso. E o grande amor do Senhor não permitiu que Ele desistisse de nós. O Criador não criou o homem para ser destruído, nem por Ele nem por ninguém. O homem foi criado como a imagem e semelhança do Deus Vivo, a fim de prestar-Lhe louvores e reinar sobre a terra.

Depois de sucessivas decepções, Deus tenta mais uma vez. Ele não Se cansa. E Se dispôs a dar uma nova chance para o homem que Ele criou com tanto amor e por quem o Senhor ainda cultiva tão sublime sentimento. Essa nova chance chama-Se Jesus Cristo. Ele Se compadeceu do nosso estado caído e miserável e se dispôs a ser o último e mais perfeito sacrifício que nos absolveria de todas as culpas que pesavam sobre nós.

O Velho Testamento narra que, nos tabernáculos (hoje, a Igreja e nós, os templos do Espírito Santo), os sacerdotes (hoje, nossos pastores) entravam no santo dos santos (o lugar dos sacrifícios) onde a Glória de Deus Se manifestava, para oferecerem sacrifícios de animais (rolinhas, pombinhos, bois, vacas, ovelhas) por remissão dos pecados do povo. Jesus juntou todos os pecados que existiam e ofereceu-Se como o sacrifício final por eles, de uma só vez. A cruz foi o marco do amor de Deus pelo mundo perdido. Depois de tantos pecados e de tantos desvios do homem, Deus lhe concedeu ainda uma nova oportunidade de se redimir e se reconciliar com seu Criador.

“E Jesus, clamando outra vez com grande voz, entregou o espírito. E eis que o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo...” (Mateus 27.50-51)

O Pr. João Flávio e o Presb. Paulo Cristiano (*) explicam que “o espesso véu do templo era uma barreira que evitava que os sacerdotes olhassem para o interior do compartimento mais recôndito do templo, o Santo dos Santos. Este santuário interior era o lugar onde se manifestava a presença santa e gloriosa de Deus. Somente ao sumo sacerdote era permitido entrar no Santo dos Santos — uma única vez por ano — no dia da Expiação (Yom Kipur). O véu significava que o acesso à presença de Deus não foi verdadeiramente proporcionado pela Antiga Aliança. Nas palavras do livro de Hebreus 9.8 este conceito é claramente expresso: “querendo dar com isto a entender o Espírito Santo que ainda o caminho do Santo Lugar não se manifestou, enquanto o primeiro tabernáculo continua erguido”. Segundo antigos relatos judaicos, o espesso véu era tão forte que dois grupos de bois puxando o véu em direções opostas não poderiam rasgá-lo.9 Seguramente, o rompimento do véu de cima a baixo no momento da morte de Cristo foi um ato sobrenatural de Deus. Foi a resposta do Céu ao contemplar que Jesus havia completado Seu sacrifício expiatório na cruz — de uma vez para sempre. Através da fé em Cristo, todos os crentes têm agora livre acesso à presença de Deus. Nas palavras do livro de Hebreus: “Tendo, pois, a Jesus, o Filho de Deus, como grande sacerdote que penetrou nos céus (...). Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna” (Hebreus 4.14–16; veja também 6.19; 10.19–22).”

Além disso, a rasgadura do véu “de alto a baixo”, também demonstra que esta aliança estava sendo firmada de Deus para nós: a promessa de vida, e vida com abundância sobre todos quantos reconhecessem em Jesus Cristo o Salvador e Senhor de suas vidas. Tinha que ser uma aliança inquebrável, um pacto indissolúvel. Deveria haver uma garantia irrefutável de que o véu não voltaria a ser costurado. Só poderia mesmo, então, ser removido de lá pelo próprio Senhor.

Hoje, temos liberdade para entrarmos pessoalmente no santo dos santos, o lugar onde Deus está, e adorá-Lo com liberdade e sinceridade. Trocando em miúdos, temos a liberdade para buscarmos a face de Deus onde estivermos e em qualquer momento, porque nós nos tornamos os tabernáculos onde Deus habita quando entregamos nossas vidas a Jesus. Ele pagou esse preço por todos nós, para que nossos pecados deixassem de somar na barreira que antes nos separava da presença e da glória de Deus:

“estáveis naquele tempo sem Cristo, separados da comunidade de Israel, e estranhos aos pactos da promessa, não tendo esperança, e sem Deus no mundo. Mas agora, em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto. Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derrubando a parede de separação que estava no meio, na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos contidos em ordenanças, para criar, em si mesmo, dos dois um novo homem, assim fazendo a paz, e pela cruz reconciliar ambos com Deus em um só corpo, tendo por ela matado a inimizade; e, vindo, ele evangelizou paz a vós que estáveis longe, e paz aos que estavam perto; porque por ele ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito. (Efésios 2.12-18)

Os pecados foram perdoados. A barreira que existia já não existe mais. Jesus Se sacrificou assim porque sabia que seríamos os mais infelizes e funestos de todos os seres. Desprovidos da presença de Deus, jamais poderíamos ser felizes, e a tendência pra nossas vidas seria nos aprofundarmos ainda mais na perdição e no pecado. Com Sua morte na cruz, Jesus veio nos alertar do tamanho do amor do Pai (que é imensurável), e gritar ao mundo inteiro que há vários caminhos que levam ao inferno, porém, só um que leva à vida eterna. Veja:

“Sobre Esta pedra edificarei a Minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.” (Mateus 16.18)

“Eu sou a porta; se alguém entrar por Mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens.” (João 10.9)

Muitas portas no inferno estão abertas porque são muitos os caminhos que conduzem até ele: a mentira, a fofoca, a inveja, o crime, a prostituição, a avareza, a lascívia, o ódio, a vingança, enfim, todas as obras da carne, e a blasfêmia contra o Espírito Santo.

Em contra-partida, uma única porta aberta está e é a que leva a Deus. Não devemos procurar outra, como Maria, papas, outros santos, Maomé, Buda, animais, o próprio satã, ou quem quer que seja. Não. Não devemos confundir a única Porta que nos leva à sala do Trono em que Deus está assentado: ela se chama Jesus Cristo, e não deve ser substituída por nenhum outro nome de ninguém mais, porque a Bíblia nos expressivamente que “em nenhum outro há salvação; porque debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, em que devamos ser salvos” (Atos 4.12). Diz também que “há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem, o qual Se deu a Si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a Seu tempo” (1Timóteo 2.5-6). E diz ainda que “ninguém pode pôr outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo.” (1Coríntios 3.11)

Verdadeiramente, Jesus Cristo é o caminho que conduz a Deus, a verdade que revela Deus e a vida que vem de Deus. Pelo que podemos constatar que (1) sendo Jesus o caminho, o resto é atalho; (2) sendo Jesus a verdade, o resto é mentira; e (3) sendo Jesus a vida, o resto é morte.

E Jesus ainda ressuscitou após três dias da Sua trágica morte. Fez isso porque era o próprio Deus, e para nos mostrar na prática que há esperança para todo aquele que se entrega a Ele, tamanho é o Seu poder, capaz de deter até mesmo a morte.

Deus não desistiu de mim. Deus também não desistiu de você. Mesmo com toda a lista de erros e falhas que podemos citar a nosso respeito, sobre nossas atitudes de desrespeito e insubmissão a Deus, Ele não nos vê como um projeto falido, mas como um povo que Ele adquiriu pelo mais alto preço que pode existir, que é o sangue de um santo e inocente Ser. O Criador fez tudo o que foi necessário para nos retomar para Si e reaver a aliança que nós mesmos quebramos. Se o teu inimigo anda soprando a inverdade aos teus ouvidos que você é alguém sem futuro e sem valor, entenda que ele é um ladrão, que vem “senão para roubar, matar e destruir”, mas Jesus nos diz ainda hoje que Ele veio para que tenhamos vida, e vida em abundância (João 10.10). E Ele fez tudo isso por um simples motivo: JESUS NOS AMA! E Seu amor é incomparável e inexplicável. Chega mesmo a nos constranger... (2Coríntios 5.14)

Se você ainda não fez sua opção, certamente Deus está te dando uma nova oportunidade hoje de se reconciliar com Ele através de Jesus Cristo. Faça isso logo, pois cedo vem o Senhor Jesus para buscar todos que O receberam como Senhor e Salvador. Praticamente, todos os sinais da Sua vida já se cumpriram. Ele não virá sem aviso. Há dois milênios o mundo ouve que o Senhor está à porta, prestes a anunciar Sua chegada.

“Como aconteceu nos dias de Noé, assim será também nos dias do Filho do homem. Comiam, bebiam, casavam, e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio, e os consumiu a todos. (...) Assim será no dia em que o Filho do homem Se há de manifestar.” (Lucas 17.26-27,30)

Não há dia previsto nem hora marcada para Sua chegada:

“Sabei, porém, isto: se o dono da casa soubesse a que hora havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria minar a sua casa. Estai vós também apercebidos; porque, numa hora em que não penseis, virá o Filho do homem.” (Lucas 12.39-40)

“Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que aquele dia, como ladrão, vos surpreenda” (1Tessalonicenses 5.4)

Há, sim, um rol de profecias na Bíblia, registradas em Mateus 24, Marcos 13 e Lucas 21, acerca dos sinais que aconteceriam antecedendo a volta de Jesus para buscar Sua Igreja. E atentando para cada uma delas, verificamos a veracidade e a seriedade desta questão.

Não sejamos, pois, como as cinco virgens que esperavam mas que não eram prudentes e não se separaram para receber o noivo (Mateus 25.1-14).

“Vigiai, pois, porque não sabeis o Dia nem a hora em que o Filho do Homem há de vir.” (Mateus 25.13)

Estejamos preparados para que, quando o fim venha a nos surpreender (seja pela morte ou pelo arrebatamento), possamos devolver a Deus o espírito que recebemos dEle (Gênesis 2.19b; Eclesiastes 12.7), e possamos prestar-Lhe contas de como vivemos aqui, apresentando-Lhe os melhores resultados de uma vida obediente, grata e santificada, e demonstrando ao Dono da vida que aprendemos com Jesus Cristo como preservar esse espírito por toda a eternidade.

E que o Espírito Santo fale melhor em teu coração...

Em Cristo.



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(*) In Os templos mormons são cristãos? Por Institute for Religious Research, Grand Rapids, Michigan USA. Disponível em http://www.jesussite.com.br/acervo.asp?Id=1265.