quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Prejuízos para o inferno

A Bíblia em um ano:
Salmos 116-118
1Coríntios 7




“E, vendo seus senhores [da jovem de quem Paulo repreendeu o espírito de adivinhação] que a esperança do seu lucro estava perdida, prenderam Paulo e Silas e os levaram à praça, à presença dos magistrados. [...] E havendo-lhes dado muitos açoites, os lançaram na prisão, mandando ao carcereiro que os guardasse com segurança, o qual, tendo recebido tal ordem, os lançou no cárcere interior e lhes segurou os pés no tronco. Perto da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus, e os outros presos os escutavam. E, de repente, sobreveio um tão grande terremoto, que os alicerces do cárcere se moveram, e logo se abriram todas as portas, e foram soltas as prisões de todos.”
Atos 16.19,23-26


A unção faz toda a diferença na vida das pessoas que amam, servem e temem o Senhor Deus.

Havia uma jovem em Filipos “que tinha espírito de adivinhação, a qual, adivinhando, dava grande lucro aos seus senhores”. Paulo, cheio do Espírito Santo, disse ao espírito: “Em nome de Jesus Cristo, te mando que saias dela. E, na mesma hora, saiu.” (Leia Atos 16.16-19)

Curioso é a observação que o escritor do livro dos Atos dos apóstolos de Cristo e do Espírito Santo faz sobre os “senhores” que “exploravam” a jovem, depois que ela foi liberta do espírito de adivinhação: “a esperança do seu lucro estava perdida” . Aprendemos aqui que a unção na vida daqueles discípulos fez a diferença na vida daquela jovem e daqueles “senhores”. Paulo era um cristão cheio da autoridade e do poder de Deus e suas atitudes deram prejuízo para o inferno.

Tentaram calar o santo homem de Deus e o enviaram ao cárcere depois de o espancarem muito juntamente com Silas – outro vaso nas mãos do Senhor dos Exércitos.

Mas os servos autênticos do Senhor, mesmo após uma surra com varas e presos por correntes, não se calaram. Usaram as arma mais potentes que o ser humano possui para combater qualquer império do mal: o louvor e a oração.

E foi por passarem aquele tão horrível momento de aflição como servos fiéis e cheios de amores por seu Deus, praticando a oração e o louvor a Deus, que um terremoto enviado por seu Deus – que é vivo e forte – rompeu os alicerces do cárcere e fez abrirem-se todas as portas. É importante observar que a libertação não foi somente deles, servos do Deus Santo, mas “foram soltas as prisões de todos”. (Atos 16.26)

E aquelas pessoas viram o testemunho daqueles servos do Senhor e de como Deus trabalha na vida de quem O ama e obedece, a ponto de renunciar tudo por Ele. Em suma: outro prejuízo para o inferno.

E o carcereiro foi salvo com sua família, porque creu naquele testemunho (Atos 16.27-34), porque viu a diferença naquelas vidas que se entregaram a Deus como único Senhor e Salvador. Mais prejuízo para o inferno.

E depois os ungidos do Senhor foram libertos e partiram para anunciar o Reino dos Céus em outras partes... E geraram ainda mais prejuízos para o inferno...

Essa mensagem chegou aos dias de hoje, e em quase todos os cantos do mundo, para que outros ungidos se espelhem nesses exemplos de perseverança, fé e ousadia no nome de Cristo, para que, como aquela jovem e aquele carcereiro e aqueles presos, muitas e muitas vidas sejam libertas ainda por meio dos vasos que Deus quer usar hoje. E para que as portas do inferno se fechem à falência ocasionada pela atuação de cristãos autênticos, ungidos e santificados, que dedicam suas vidas por amor a Jesus Cristo e para que Seu nome seja glorificado gerando, assim, cada vez mais, prejuízos para o inferno!

Porque cristãos autênticos são, de fato, um perigo enorme para o inferno.