domingo, 11 de setembro de 2011

Quem dará crédito?

A Bíblia em um ano:
Provérbios 10-12
2Coríntios 4



“Quem creu em nossa mensagem? E a quem foi revelado o braço do Senhor? Ele cresceu diante dele como um broto tenro, e como uma raiz saída de uma terra seca. Ele não tinha qualquer beleza ou majestade que nos atraísse, nada havia em sua aparência para que o desejássemos. Foi desprezado e rejeitado pelos homens, um homem de dores e experimentado no sofrimento. Como alguém de quem os homens escondem o rosto, foi desprezado, e nós não O tínhamos em estima.”
Isaías 53.1-3


Ele não tinha formosura nenhuma. Mesmo assim os anjos cantaram louvores a Deus e enfeitaram o céu de alegria, e deram glorioso brado de exaltação ao Deus que estava no Trono e, ao mesmo tempo, Se encarnava como o filho pobre de um carpinteiro, chegado ao mundo para cumprir uma missão especial.

Ele não tinha majestade qualquer que nos atraísse. Mas joelhos de todas as gerações se dobram diante do Seu Trono e O aclamam rei. Toda a criação se prostra diante do Senhor, cujo domínio é eterno e cujo poder é sem fim.

Foi desprezado e, nenhuma estima cultivamos por aquele que anda sobre as águas como o homem em terra plana.

Era como um broto tenro, pequeno, novo, mas Seu poder é cada vez mais abrangente e tem se expandido até quase aos confins da terra.

Era como uma raiz saída de uma terra seca. Feia e sem vida em si mesma. E tornou-se a árvore mais alta e mais bela de todo o universo, cujo tronco é capaz de suportar toda a humanidade e seus pecados, e de fornecer sombra e abrigo para todos os homens da terra. Seus frutos são eternos, e nenhum machado há que possa derrubar essa imponente Árvore da Vida.

Quem comeu do Seu fruto experimentou nova vida, e verificou pessoalmente que foi um grande erro rejeitá-Lo por tanto tempo.

Mas a história ainda se repete. Os achados de Deus proclamam a vida de Jesus e o mundo ainda O rejeita. Mas nós experimentamos o que Isaías apenas viu pela fé. Nós somos provas vivas que Seu poder é eficaz e Seu amor é incondicional.

Quem nos dará crédito?

Não importa. Importa que preguemos que Cristo existe – e vive. E com nossas próprias vidas santificadas provemos que isso é absoluta verdade.