domingo, 18 de setembro de 2011

Sacerdotes do Senhor

A Bíblia em um ano:
Provérbios 30-31
2Coríntios 11:1-15


“Porque os lábios do sacerdote devem guardar o conhecimento, e da sua boca devem os homens buscar a lei porque ele é o mensageiro do Senhor dos Exércitos.”
Malaquias 2.7


O verdadeiro sacerdote de Deus não brinca de oferecer sacrifícios. Ele oferece sacrifícios sinceros e regados do mais profundo desejo de agradar ao Senhor.

O verdadeiro sacerdote de Deus não se mascara diante do mundo, mas se revela a ele como um autêntico santificado na presença do seu Senhor. E o faz com nobreza e com orgulho.

O verdadeiro sacerdote de Deus não omite nem dissimula a mensagem que deve ser proclamada. Ele fala a verdade como a recebeu de Deus, não se preocupando em agradar os homens, porque seu compromisso de fidelidade e eternidade foram firmados pessoalmente com Jesus Cristo.

A primeira epístola de Pedro, no capítulo 2 e verso 9 nos diz que nós somos “a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”. O livro das revelações futuras também nos diz que Jesus Cristo é Aquele “que nos amou, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados, E nos fez reis e sacerdotes para Deus e seu Pai” (Apocalipse 1.5-6).

De onde concluímos que ser um sacerdote não é honra somente para pastores e obreiros. Ora, “o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo” (Marcos 15.38), pelo que hoje temos a liberdade de entrar no santo dos santos pessoalmente para apresentarmos nossas ofertas ao Senhor e recebermos dEle a capacitação e sabedoria para anunciarmos a luz de Cristo aos povos.

Necessário, pois, é que, diariamente revejamos nossas posições, atitudes e valores diante do Todo-Poderoso, uma vez que o verdadeiro sacerdote de Deus anuncia as boas novas da Paz, e não da guerra; do ânimo e não do desânimo; da vida e não da morte; do bem e não do mal; das bênçãos e não da maldição; da cura e não da enfermidade; da restauração e não da destruição; da vitória e não da derrota; da alegria e não da tristeza; da Verdade e não das mentiras e enganos; da força e não da fraqueza; da fé e não da descrença; da esperança e não da desmotivação; da fidelidade e não da infidelidade; da pureza e não da imundície; da obediência e não da desobediência; do triunfo e não do triunfalismo; do espiritual mais que do material. E com mesma intensidade anuncia a justiça e a devida recompensa que há para o atendermos ou não atendermos a todas essas coisas.

O verdadeiro sacerdote de Deus sabe, além de receber e agir com todo o bem que a vida lhe oferece, amar, entender, suportar, ceder, chorar, perder, se humilhar, sofrer, acompanhar, acreditar, empenhar-se, trabalhar, insistir, persistir, renunciar, esperar, obedecer, santificar-se.

E o faz com gozo, porque sabe que colherá os frutos sagrados de um relacionamento íntimo e sincero com Deus, que alimentarão muitas vidas e as fortalecerão a continuar seguindo com firmeza pelo caminho que chega ao Céu.

Viva mais intensamente com Deus. Proclame o Evangelho com orgulho e ousadia, como um verdadeiro sacerdote do Senhor, pois você, que já é filho de Deus, não é apenas um voluntário, mas uma pessoa chamada por Deus. Seu ministério não é procurado, é recebido. Sua vocação não é terrena, mas celestial. Sua motivação não está em vantagens humanas, mas em cumprir o propósito divino.