quarta-feira, 4 de julho de 2012

Ele jamais Se esquece...


A Bíblia em um ano:
Salmos 120-123


“Haverá mãe que possa esquecer seu bebê que ainda mama e não ter compaixão do filho que gerou? Embora ela possa esquecê-lo, Eu não Me esquecerei de você! Veja, Eu gravei você na palma das Minhas mãos; seus muros estão sempre diante de Mim.”
Isaías 49.15-16

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Blocos de anotações e agendas têm sido meus fiéis companheiros já desde muitos anos. O tempo vai passando, o corre-corre vai aumentando, o cansaço vai chegando, e a mente já não funciona mais como nos meus quinze anos.

Hoje descobri que esqueci do aniversário de uma grande amiga, porque não anotei no calendário sobre a minha escrivaninha. Mês de maio eu me esqueci do aniversário do meu próprio irmão. (Também... Quem manda fazer aniversário todos os anos?)

Brincadeiras à parte, o caso é, na verdade, muito sério. Nós, seres humanos, temos essa tendência natural de esquecermos facilmente de datas, eventos, coisas, situações, pessoas. Não que não sejam importantes para nós (algumas vezes realmente não são),  mas sim porque nossas limitações não mudam de lugar. E quando não nos aproximamos delas voluntariamente, o tempo e algumas circunstâncias se encarregam de levar-nos até lá.

Fico muito feliz sempre que leio a bíblia no trecho que diz: “Haverá mãe que possa esquecer seu bebê que ainda mama e não ter compaixão do filho que gerou? Embora ela possa esquecê-lo, Eu não Me esquecerei de você! Veja, Eu gravei você na palma das Minhas mãos; seus muros estão sempre diante de Mim.” (Isaías 49.15-16)

O Deus que criou cada estrela do universo e a cada uma chama pelo seu nome, para quem as nações “são como a gota que sobra do balde”, para quem “as ilhas não passam de um grão de areia”, o Deus em cuja presença “todas as nações são como nada” (Isaías 40.15-17), ama, Se importa e não Se esquece de gente como nós.

Essa meditação é mesmo de tirar o fôlego... Deus nos ama e jamais nos esquece!

Hoje, dez dias depois, liguei para a Valéria pela manhã, com todas as desculpas que consegui ajuntar. Mas meu trunfo foi dizer-lhe que até o Júnior (meu irmão) ficou para trás... Nesse momento, ela parou de se lamentar e compreendeu que a situação realmente está crítica para mim... (Risos.)

Crítica para todos nós, que temos a memória curta e os interesses rasos. Mas não para Deus. Seu interesse por nós é imensurável. E Seu amor por nós jamais permite que Ele nos esqueça.