quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

A segunda chance

Imagem: Google.


“Então disse o Senhor Deus: ‘Agora o homem se tornou como um de nós, conhecendo o bem e o mal. Não se deve, pois, permitir que ele tome também do fruto da árvore da vida e o coma, e viva para sempre’. Por isso o Senhor Deus o mandou embora do jardim do Éden para cultivar o solo do qual foi tirado.”
Gênesis 3.22-23


Depois que o homem caiu (Gênesis 3.6-7), seu coração se tornaria impuro. A maldade encontraria guarida rapidamente dentro dele, e a terra se tornaria um lugar muito difícil de viver com bilhões de corações assim.

Adão e Eva não poderiam comer da árvore da vida e viveram eternamente com o pecado reinando deles. Por isso, Deus colocou “querubins e uma espada flamejante que se movia, guardando o caminho para a árvore da vida”. (Gênesis 3.24)

Mas Deus amou demais Sua criação para deixá-la perecer como, de fato, merecia, e deu uma nova oportunidade para que o homem possa viver para sempre.

Em Jesus, a videira verdadeira (João 15.1-17), temos a oportunidade de nos redimir das culpas e, limpos, comermos do fruto da vida eterna.

Quando abraçamos essa oportunidade, o imenso fardo do pecado é retirado de nossas costas. O homem encurvado por um jugo muitíssimo pesado, passa a caminhar por dias de paz interior, que vai além da compreensão. Dependência de Deus passa a assinar todos os seus projetos de vida, e a esperança os sela.

A curta visão da vida que se acaba nos limites do túmulo é multiplicada pelo infinito, e a glória eterna passa a ser o nosso maior alvo, conscientizados que agora temos esse direito, e convencidos que nada nos impedirá de chegarmos lá.

O mundo torna-se pequeno demais para nós. E, de repente, já não estamos mais conformados com nada por aqui.

É nesse estágio que percebemos que já não estamos mais caídos. A mão de Deus nos sustenta de pé. E nossos pés já não se arrastam pelos caminhos tortuosos da vida.

Eles correm apressados ao encontro daquele dia em que entraremos pelos portais eternos sob os aplausos dos Céus.