domingo, 21 de fevereiro de 2016

A maior renúncia


“Entrem pela porta estreita, pois larga é a porta e amplo o caminho que leva à perdição, e são muitos os que entram por ela." (Mateus 7:13)


A opção de entrar pela porta estreita, cujo caminho é apertado e requer de nós dispensarmos tudo o que pode nos engastalhar, é exclusivamente nossa. Jesus não força ninguém a entrar pelo caminho da salvação, onde o fardo pesado do velho homem tem de ser deixado para trás, se quisermos caber dentro desse caminho. A decisão é nossa e, se optarmos por esse caminho, seremos imensamente bem vindos.

Igualmente, Jesus aponta que, espontaneamente, muitas pessoas entram pela porta ampla e seguem pelo caminho que leva à perdição. Certamente porque não há renúncia aparente sendo exigida àquelas pessoas que optam por andar por ali. Seguir padrões do mundo, permanecer com a mesma natureza pecadora, satisfazer aos nossos próprios desejos, independente de que consequências nossas escolhas tragam, desde que produzam prazer num primeiro momento. Abrir mão dessas coisas custa muito, não é?

Permanecer com elas, porém, embora não apresente renúncia no momento da decisão, aponta para uma renúncia ainda maior, infinitamente mais cara, sem possibilidades de anulação: a renúncia à salvação eterna.

Comumente, o mundo não presta atenção nessa condição. Mas escolher o mundo significa abrir mão da bênção eterna de Deus (Tiago 4.4; Mateus 6.24). Visto por esse ângulo, quem escolhe não entregar sua vida a Jesus Cristo está fazendo uma renúncia imensamente maior que a renúncia de um cristão. Está escolhendo perder a salvação.

Escolher entrar pela porta estreia hoje, pode parecer cafona, antiquado, ignorante, aprisionador. Mas essa é apenas parte necessária de um processo de cura, libertação, transformação, fortalecimento e, consequentemente, alegria eterna.

É mais sábio e conveniente perdermos um pouco hoje para vivermos felizes com Jesus eternamente, do que satisfazermos todos os desejos da nossa natureza errante aqui e, somente quando não houver mais volta para nós, compreendermos tristemente que nada daquilo foi suficiente para nos livrar da dor de viver eternamente sem Deus.



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